O Dia de Iemanjá, celebrado anualmente em 2 de fevereiro, passou a ser oficialmente reconhecido como uma manifestação da cultura e da religiosidade no Tocantins. A iniciativa busca valorizar as tradições dos povos de matriz africana e reforçar as políticas de combate à intolerância religiosa no estado.
O reconhecimento oficial destaca a importância histórica e social das celebrações que ocorrem em diversas cidades tocantinenses, especialmente às margens do Rio Tocantins e do Lago de Palmas. A medida institucional visa garantir proteção e visibilidade para os ritos que compõem a identidade cultural da região.
Pontos de Destaque:
- Valorização Cultural: O reconhecimento reafirma o compromisso do estado com a preservação de festas populares e manifestações de fé que fazem parte do patrimônio imaterial.
- Respeito à Diversidade: A ação atua como uma ferramenta educativa para promover o convívio harmonioso entre as diferentes crenças, desencorajando atos de discriminação.
- Apoio Institucional: Com a medida, as celebrações ganham suporte para sua organização e segurança, facilitando a ocupação de espaços públicos por parte das comunidades religiosas.
A celebração deste ano foi marcada por cortejos, oferendas biodegradáveis e cânticos que reuniram devotos e admiradores da cultura afro-brasileira. Para os organizadores, o reconhecimento oficial representa um avanço significativo na proteção dos direitos civis e da liberdade de culto garantida por lei.
O reconhecimento do Dia de Iemanjá como patrimônio cultural integra o calendário oficial de eventos que celebram a pluralidade do povo tocantinense. A medida reforça o papel das instituições em assegurar um ambiente de paz e respeito a todas as formas de manifestação espiritual e artística no estado.
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Foto: Paulo Gualberto/Governo do Tocantins