A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET) participa, nesta semana, da II Conferência Nacional do Trabalho, em São Paulo (SP). O evento, organizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, é o principal fórum de debate entre governo, trabalhadores e patrões para definir as políticas de emprego do país. Representando o setor produtivo rural tocantinense, a FAET leva para a mesa nacional as propostas discutidas na etapa estadual, focando no equilíbrio das relações de trabalho e na modernização das oportunidades no campo.
O encontro ocorre em um momento de grandes transformações no mercado, com o avanço da tecnologia e novas formas de contratação. A participação da FAET é estratégica para assegurar que as normas discutidas em Brasília e São Paulo respeitem a realidade da lida no campo, que possui calendários e necessidades diferentes do setor urbano.
Voz Unificada do Setor Produtivo
A FAET não está sozinha nesta missão. Ela integra a “bancada dos empregadores” do Tocantins, atuando de forma conjunta com outras entidades de peso:
- FIETO (Indústria)
- FECOMERCIO (Comércio e Serviços)
- SINDESSTO (Sindicato das Empresas de Serviços)
Continuidade das Ações
O assessor jurídico da FAET, Fabriel Wanderlei, explica que o trabalho atual é o desdobramento direto da conferência realizada em Palmas, em setembro do ano passado. “Estamos contribuindo com o debate levando a visão do setor produtivo rural e defendendo o fortalecimento da geração de oportunidades no campo”, destacou o assessor.
O que está em jogo?
A conferência foca no chamado “trabalho decente”, um conceito que busca unir produtividade com dignidade humana. Para o agronegócio tocantinense, isso envolve:
- Segurança Jurídica: Regras claras para evitar conflitos na Justiça do Trabalho.
- Capacitação: Preparar o trabalhador para operar as novas tecnologias das fazendas.
- Sustentabilidade Social: Fortalecer o agro como o principal motor de renda no interior do estado.
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Foto: FAET