Início PALMASMPTO solicita audiência de conciliação para nomeação de aprovados em concurso da Saúde de Palmas

MPTO solicita audiência de conciliação para nomeação de aprovados em concurso da Saúde de Palmas

por Revista Cenariun

O Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO) solicitou ao Poder Judiciário a agendamento de uma audiência de conciliação ou mediação no âmbito da Ação Civil Pública (ACP) movida contra o Município de Palmas. A medida busca viabilizar a nomeação e a posse dos candidatos aprovados no concurso público do quadro da Saúde da capital. O requerimento foi assinado pelos promotores de Justiça Vinícius de Oliveira e Silva e Araína Cesárea, atuantes nas áreas do Patrimônio Público e da Saúde.

A iniciativa propõe o diálogo entre as partes para alcançar uma solução celeremente alinhada ao interesse público.

Levantamento de vagas e cargos pendentes de preenchimento

A Ação Civil Pública, ajuizada no mês de junho, visa garantir a convocação dos candidatos classificados dentro do quantitativo de vagas ofertado pelo Edital nº 03/2024, além do aproveitamento das vagas decorrentes de desistências e exonerações. De acordo com os levantamentos apresentados pelo MPTO, restam 397 vagas de provimento imediato não preenchidas na rede municipal de saúde. O déficit alcança 31 cargos operacionais e técnicos, englobando agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, técnicos em enfermagem, assistentes de serviços de saúde e médicos de diversas especialidades.

Os dados apurados pelo órgão ministerial fundamentam a necessidade de provimento dos quadros para a continuidade dos serviços prestados à população.

Trâmites e recomendações anteriores ao processo judicial

A peça processual destaca que a aprovação dentro do número de vagas editalício confere direito à nomeação aos candidatos aprovados. Antes da distribuição da ação civil na esfera judicial, a Promotoria de Justiça havia expedido recomendação administrativa formal à Prefeitura de Palmas e à Secretaria Municipal de Saúde solicitando a convocação dos profissionais, sem obter resposta resolutiva por parte do Poder Executivo.

A realização da sessão conciliatória dependerá do deferimento do juízo responsável pela condução do processo.

Fonte: Portal do MPTO | Foto: Prefeitura de Palmas / Divulgação

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