O Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO) empossou os procuradores de Justiça Weruska Rezende Fuso e Edson Azambuja na quarta-feira, 29 de julho de 2026. A solenidade, presidida pelo procurador-geral de Justiça Abel Andrade Leal Júnior, oficializou o preenchimento das 13ª e 14ª Procuradorias de Justiça, estruturas criadas no ano de 2024. Com a integração dos novos membros, o Colégio de Procuradores de Justiça do MPTO passou a contar com 14 integrantes para a representação da instituição perante a segunda instância do Poder Judiciário.
A posse fortalece a atuação do órgão ministerial junto às câmaras de julgamento do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO) e às Cortes Superiores em Brasília.
Critérios de promoção e atribuições em segunda instância
Weruska Rezende Fuso alcançou o cargo pelo critério de merecimento após 25 anos de carreira na instituição, tendo atuado em comarcas como Figueirópolis, Guaraí, Porto Nacional e Palmas. Por sua vez, Edson Azambuja foi promovido pelo critério de antiguidade ao completar 35 anos de serviço no MPTO, com passagem por comarcas de Arapoema, Arraias, Miracema do Tocantins e pela capital, além de exercer a presidência da Associação Tocantinense do Ministério Público (ATMP).
Enquanto os promotores de Justiça oficiam nas comarcas de primeira instância, os procuradores de Justiça analisam recursos e emitem pareceres em processos em trâmite no TJTO, no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF).
Solenidade de posse e presença institucional
A cerimônia de posse reuniu membros do Conselho Superior do MPTO, representantes do Tribunal de Justiça, da Defensoria Pública do Estado do Tocantins, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/TO) e dos Poderes Executivo e Legislativo. Durante o ato, os empossados assinaram o termo de compromisso, receberam a vestimenta regimental da beca e ocuparam os assentos oficiais no Colégio de Procuradores.
A expansão da composição do Colégio de Procuradores integra a reestruturação administrativa do órgão para o acompanhamento das demandas judiciais estaduais.
Fonte: Portal do MPTO | Foto: Francisca Coelho / Dicom MPTO / Divulgação