Home Empreendedorismo Economia Criativa: Feira Ecosolidária ocupa Tribunal de Justiça e impulsiona negócios liderados por mulheres

Economia Criativa: Feira Ecosolidária ocupa Tribunal de Justiça e impulsiona negócios liderados por mulheres

por Revista Cenariun

A rotina do Poder Judiciário tocantinense ganhou novas cores e aromas com a realização de mais uma edição da Feira Ecosolidária. O evento, que já se tornou tradicional no calendário da instituição, serviu como vitrine para 31 empreendedoras apresentarem uma vasta gama de produtos, desde velas aromáticas e itens de vestuário até gastronomia artesanal. Além de fomentar a geração de renda, a feira promove o networking e aproxima o público interno e externo da produção cultural e manual do estado.

Uma das novidades desta edição foi a estreia do grupo “Mulheres Arretadas”, que trouxe a força de 12 novas artesãs para o espaço. Para as participantes, a abertura das portas de um órgão público deste porte representa não apenas uma oportunidade de venda imediata, mas o reconhecimento da qualidade do trabalho manual e a chance de expandir a rede de clientes em um ambiente de grande circulação.

A desembargadora Ângela Prudente, presidente da Comissão de Logística Sustentável do TJTO, destacou a longevidade do projeto, que já soma 22 edições desde sua criação. Segundo a magistrada, a iniciativa prova que é possível integrar o ambiente institucional a práticas de economia solidária, ajudando a transformar a realidade financeira de muitas famílias lideradas por mulheres.

Servidores do tribunal também elogiaram a conveniência da ação. A proximidade com os estandes facilita o acesso a produtos diferenciados e valoriza o consumo consciente, fortalecendo a economia local sem a necessidade de grandes deslocamentos.

Organizada pela Coordenadoria de Gestão Socioambiental e Responsabilidade Social (Cogersa), a Feira Ecosolidária não é apenas um evento comercial. Ela está fundamentada em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. O foco é promover o consumo sustentável e a equidade de gênero, estimulando o protagonismo feminino no mercado de trabalho.

A continuidade do projeto reafirma o papel do Judiciário tocantinense na promoção de responsabilidade social, utilizando sua estrutura física para apoiar movimentos de inclusão produtiva e educação ambiental.

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Fonte: TJTO

Foto: Rondinelli Ribeiro

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