A promoção de um ambiente de trabalho saudável e livre de preconceitos é o foco da V Semana Nacional de Combate ao Assédio, organizada pelo Poder Judiciário Tocantinense. Alinhada às resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a iniciativa busca não apenas punir, mas, principalmente, prevenir práticas de assédio moral, sexual e qualquer tipo de discriminação. A agenda descentralizada levará debates e orientações para diversas comarcas, começando por Paraíso do Tocantins e Gurupi.
A desembargadora Hélvia Túlia Sandes Pedreira, presidente da comissão responsável pelo tema no TJTO (Cassédio), conduzirá diálogos presenciais focados no acolhimento e na conscientização. O objetivo é fortalecer a cultura organizacional para que todos os colaboradores saibam identificar condutas inadequadas e conheçam os canais seguros para registro e acolhimento de denúncias, sem o risco de revitimização.
Um dos pilares da programação deste ano é o curso especializado promovido pela Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), nos dias 13 e 14 de maio. Com formato semipresencial, a formação é voltada para quem ocupa cargos de liderança, incluindo magistrados e gestores de órgãos parceiros.
A capacitação será ministrada por Rubiane Barros Barbosa Kreuz, especialista do CNJ em Saúde no Trabalho e Psicologia Positiva. Entre os temas abordados estão:
- Saúde Mental e Cultura Organizacional: O impacto do ambiente laboral no bem-estar dos colaboradores.
- Fluxos de Encaminhamento: Como as lideranças devem agir ao identificar ou receber relatos de assédio.
- Responsabilização Institucional: Os marcos normativos e as consequências éticas e legais das infrações.
A mobilização começa em Paraíso do Tocantins na segunda-feira (11), às 16h. Na terça-feira (12), a comitiva segue para Gurupi, com encontro marcado para as 15h. A semana será encerrada na sexta-feira (15) com uma visita técnica à Corregedoria-Geral da Justiça (CGJUS), em Palmas.
A realização desta semana reforça o posicionamento do TJTO na vanguarda das políticas de direitos humanos no setor público, garantindo que a Justiça, além de ser entregue à sociedade, seja praticada internamente através de relações interpessoais baseadas no respeito mútuo.
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Fonte: TJTO
Foto: Divulgação