Home ARAGUAÍNA Habitação: Prefeitura inicia regularização fundiária de imóveis na região da Via Norte

Habitação: Prefeitura inicia regularização fundiária de imóveis na região da Via Norte

por Revista Cenariun

A Prefeitura de Araguaína deu o pontapé inicial para a regularização dos imóveis situados na região da Via Norte. Por meio de uma audiência pública realizada nesta semana, o programa municipal Casa Legal reuniu moradores, comerciantes e autoridades do Judiciário para acelerar o processo de titulação de propriedades que enfrentam irregularidades há décadas.

O foco principal são terrenos que ocupavam áreas públicas nas antigas margens de preservação do Córrego Canindé, hoje canalizado. Com a construção da Via Norte, essas construções passaram a ter frente para a nova avenida, tornando a regularização indispensável para o desenvolvimento local.

Transparência e Prazo Curto

O secretário de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano, Frederico Prado, destacou que a meta é concluir os processos ainda neste semestre.

  • Prazo para Documentação: Os moradores têm duas semanas para enviar os documentos necessários à Secretaria.
  • Avaliação Individual: A Prefeitura analisará cada terreno para resolver particularidades, como glebas não desmembradas e ocupações de áreas públicas.

Parceria com o Judiciário e Cartório

O programa conta com o apoio estratégico do Núcleo de Prevenção e Regularização Fundiária (Nupref), do Tribunal de Justiça do Tocantins, e do Cartório de Imóveis de Araguaína. O juiz Jordan Jardim reforçou que todo o processo segue a Lei Federal 13.465/17 (Reurb).

Valorização Imobiliária e Gratuidade

Segundo Tiago Junqueira, titular do Registro de Imóveis de Araguaína, a maioria dos casos se enquadra na modalidade Reurb-S (Interesse Social):

  • Público: Famílias com renda de até R$ 5 mil.
  • Custo Zero: O processo é totalmente gratuito para o morador (uma economia estimada em R$ 10 mil em taxas e processos).
  • Impacto Econômico: Com a regularização e as obras de infraestrutura, imóveis na região central que antes valiam R$ 30 mil hoje alcançam valor de mercado de até R$ 1 milhão.

“A gente precisa de toda a documentação para reformar ou fazer novas construções. É uma segurança para podermos investir”, afirma a professora aposentada Lucimar Vieira, uma das beneficiadas.

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Fonte: Prefeitura de Araguaína – SECOM

Foto: Marcos Filhos Sandes/SECOM Araguaína

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